quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Os Guardiões da Galáxia

Olá, cinemeiros! estou de volta para comentar sobre um filme que nem é novidade mais, porém fez e faz muito sucesso ainda, afinal ainda está em cartaz, com produtos licenciados e com uma continuidade implicitamente anunciada. Estou falando dos Guardiões da Galáxia, que estreou no Brasil em 31 de julho deste ano e continua levando muita gente ao cinema.
Gostaria de escrever muito mais coisas sobre os Guardiões da Galáxia, todavia limitarei a palestrar sobre o HQ, a relação dos Guardiões com os Vingadores, o filme em si, a parte de comédia no filme, uma possível continuação e o que aconteceu nos créditos finais.
Os Guardiões da Galáxia não é um grupo de heróis novo, muito pelo contrário, apareceram pela primeira vez na revista Marvel Super-Heroes #18 em janeiro de 1969 e naquela oportunidade eles tinha de defender o planeta Terra da invasão dos Badoon ou irmandade Badoon (que é uma raça alienígena reptiliana que faziam uso da invisibilidade para preparar uma invasão  a Terra, mas graças ao Surfista Prateado, que derrotou o "Monstro Badoon" criado pelos Badoon, eles foram obrigados a se dividirem em dois grupos...o resto eu conto outra hora). Já a formação que conhecemos do filme surgiu em Guardiões da Galáxia (Vol. 2) #1 de maio de 2008, onde o Senhor das Estrelas decidiu reunir alguns heróis para deter outra invasão, agora de Phalanx do Planeta Hala, de onde vieram os Kree (outra curiosidade, existem os Kree azuis, os Kree rosados e por aí vai).
Então você pode estar procurando a relação entre os Guardiões e os Vingadores, conforme o que escrevi no segundo parágrafo. Além de ambos serem da Marvel, a relação se deu nas primeiras aparições dos Guardiões.  Lembram da invasão dos Badoon? pois é, os Guardiões os derrotaram, melhor dizendo, quase os derrotaram, a coisa foi tão convincente que os próprios Guardiões acharam que isso realmente havia acontecido, contudo foi ilusão, de alguma forma os Badoon escaparam, mas um outro inimigo surgiu para merecer a atenção dos Guardiões, uma criação dos Badoon, um ser chamado Korvac. Primeiro os Guardiões encontraram Thor e juntos foram pra cima do Korvac, e também pensaram ter derrotado Korvac, mas o fora da lei fugiu e mais adiante, aí sim, os Guardiões recebem a ajuda dos Vingadores e enfim derrotam Korvac. Pelo menos um os Guardiões conseguiram derrotar.
Na versão atual, o diretor do filme Os Guardiões da Galáxia James Gunn explicou a uma revista americana Entertainment Weekly, que seu filme está diretamente ligado ao filme Os Vingadores 3, claro que ele não revelou tudo, mas tudo indica que tem a ver com "as sete jóias do infinito", que deixa o Titã Thanos com poderes quase ilimitados, e é aí que muito provavelmente teremos uma nova união entre os Guardiões e os Vingadores, afinal três das sete pedras já apareceram, você sabe em que filmes? o Cinemeirosnews responde: uma em os Vingadores, a Tesseract; a outra em Thor, a Etér e em os Guardiões da Galáxia, chamada Orbe. As três são Jóias do Infinito (cada uma possui uma cor e um significado, que noutro momento eu revelarei), ou seja, ainda há quatro para aparecerem, dizem que uma estava no cetro do Loki, mas isso não foi confirmado.
O filme começa com a mãe do menino Peter Quill morrendo, em seguida ele é abduzido por et's e só aparece muitos anos depois como "Senhor das Estrelas", que encontra o Orbe e tenta vendê-lo a um colecionador, no entanto a perseguição dos soldados de Ronan liderados por Korath e o pânico seguido da desistência da compra do colecionador de artefatos, para quem Quill tentou vender o Orbe, quando soube que Ronan também estava interessado, fez com que reunisse os Guardiões da Galáxia, mas eles não sabiam disso. Quill, Gamorra (enviada para tomar a Orbe para Thanos), Rocket e Groot, faltou um certo? pois é, foi o Drax, que eles encontrariam na prisão de segurança máxima de Kyln. Daí por diante é muita ação, reviravolta e descobertas. O filme segue e o Benício del Toro aparece, Glenn Close também, Vin Diesel dublando o Groot e outras coisas mais, que por tudo isso e muito mais que eu não escrevi, vale à pena conferir.
O que chamou atenção também neste filme, e a parte cômica dele, destaco isso , pois os responsáveis pelo filme fizeram isso tão bem e tão natural que em nenhum momento pareceu forçado, desde a primeira aparição do Star Lord, a frase de Groot e chegando a dancinha que o Quill fez para distrair Ronan perto do fim do mundo. A mistura caiu tão bem, que deixou o filme mais interessante e se a parte cômica já agradou, a trilha sonora foi outra boa sacada, baseada nos anos 70 as músicas estavam nas fitas que a mãe de Quill deixou para ele. Além disso, o álbum (liderado por Hoocked On a Feeling, aquela música do trailer e da primeira aparição do Senhor das Estrelas) atingiu o topo da lista da Billboard 200, tornando-se o segundo álbum de trilha sonora a ficar em primeiro nas paradas em 2014, depois de Fronzen.
Com o primeiro fim de semana faturando 94 milhões de dólares, quase 25 milhões a mais do que o previsto, é claro que Os Guardiões da Galáxia terá continuidade, o diretor Jame$ Gunn anunciou que dois novos heróis se juntarão aos guardiões: Nova e Adan Warlock, com estréia marcada para 28 de julho de 2017 (previsão, sempre!)  e todos os atores e vozes confirmados, incluindo diretores e roteiristas, além de tudo o filme termina com aquela frase bondiana adaptada, que também adaptei aqui para o fim de minhas postagens, contudo fiz isso antes dos inteligentes roteiristas dos Guardiões da Galáxia, a versão deles ficou: Guardians will return! Alguma dúvida?
Não é costume aqui no Cinemeirosnews comentarmos sobre o pós-crédito dos filmes, todavia irei quebrar esse protocolo agora, não há nada de diferente dos demais filmes da Marvel, aliás, sair de um filme da Marvel quando as letrinhas começam a subir é no mínimo ingenuidade cinemeira, mesmo assim há os que não tem paciência e vão embora sem matar a curiosidade, ou sabem que no Youtube sempre terá um vídeo falando sobre, ou então aguardam na esperança do Cinemeirosnews comentar alguma coisa, então vamos lá: O Colecionador, que achamos que tinha morrido, apareceu todo ferrado saindo do que sobrou de seu escritório em Lugarnenhum bebendo algo numa taça, quando o cachorro astronauta russo lambe o rosto dele e eis quem fala nessa hora? Pois é, se você já assistiu ao filme, então sabe quem é, mas se você não assistiu, então vai ficar com essa curiosidade. 
Por essas e outras que o filme foi um sucesso e todas essas previsões, confirmações e certezas só nos faz esperar desses heróis coisa boa mais a frente, o filme foi dirigido por: James Gunn, com : Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Vin Diesel, Bradley Cooper, Glenn Close, Benício del Toro e outros.



Cinemeirosnews will return! 


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Lucy

Ficção dirigida por Luc Besson (O quinto elemento, A Família, Busca Implacável) que narra a história de Lucy, interpretada por Scarlett Johansson (Capitão América 2, ela), uma estudante que tem o namorado assassinado pela  máfia asiática, que a “recruta”, junto de mais três homens, para levar uma droga experimental escondida em seu corpo para os Estados Unidos, França, Roma e Alemanha. A coisa esquenta quando a droga começa a vazar de seu invólucro e entra, em grande quantidade, em sua corrente sangüínea. Neste momento grande quantidade da droga começa ampliar suas capacidades cognitivas transformando-a em uma espécie de super-heroína.



Lucy descobre que seu cérebro está evoluindo de forma que ela tem acesso a bem mais de 10% de sua capacidade e recorre ao Professor Norman, interpretado por Morgan Freeman (Oblivion, Invictus) para ajuda-la a estabilizar o processo. Para isso ela chega a conclusão que deve recuperar toda a droga experimental que estão a caminho da França, Roma e Alemanha, para ajuda-la a recuperar estes volumes ela consegue convencer o policial Francês Pierre Del Rio, interpretado por Amr Waked (Contágio, Syriana), a auxilia-la a deter os portadores dos pacote de drogas.


Lucy é um filme que trata de temas complexos, como a evolução da espécie e do que o ser humano faria se tivesse a todo o potencial do seu cérebro, o espectador é agraciado com várias ótimas seqüências de ação e efeitos especiais que explodem em nossas retinas de forma agradável e empolgante até a personagem chegar a seu apogeu. Boa ficção, um reencontro de Luc Besson com o público que o consagrou em O Quinto Elemento.


domingo, 31 de agosto de 2014

Os Mercenários 3

Olá cinemeiros, mais um filme para a análise, e desta vez o filme escolhido é Os Mercenários 3, filme que veio um pouco diferente dos dois anteriores, visto que a classificação diminuiu (nos dois primeiros, se não estou enganado a classificação era para 16 anos) para 14 anos, isso significa que as cenas de tiros estão menos sangrentas e que o estilo "Rambo de 2008", utilizado nos dois primeiros Mercenários, foi deixado de lado. Agora a situação é mais sentimental, mais como acerto de contas, no entanto, Barney Rubble Diana Ross (Sylverter Balboa) se vê tendo de enfrentar um ex-companheiro, fundador do Mercenários, e que, com o coração cortado, Barney teve de matar numa batalha distante não mencionada em nenhum filme dos Mercenários e em nenhum filme do universo, ou seja, o Stallone sempre inventa essas histórias sem pé e nem cabeça do passado e tenta fazer a gente engolir no seco, tipo a gargantilha que o Mickey deu ao Rocky Balboa no Rocky 4 e que para convencer-nos de que isso aconteceu no passado ele teve de tirar da aposentadoria o saudoso Burgess Meredith, enfim.
Barney e os Mercenários salvam no  início do filme um dos mercenários "originais", o Doutor Death (Wesley Snipes), que ainda alucinado não se conforma e explode a fortaleza do tirano que o prendeu, torturou e sei lá mais. Ah, mas essa aí do Sr. Death ser um dos "originais" é mais uma "história do passado" estilo gargantilha do Rocky que eu tenho de contar a vocês. Weslley Snipes foi escalado sim para o primeiro Mercenários, porém se vocês lembram o ator estava preso de verdade por sonegação fiscal e só saiu em 2013, acho que o Stallone quis fazer uma homenagem a esse período e decidiu abrir o filme salvando o Weslley Beira-mar, salvando-o da prisão ha, ha, ha, ha!!!!
Só para informar e finalizar essa história, em 2010, como o Snipes estava pagando por seus crimes na penitenciaria, Silvester Rocky Stallone chamou o Terry Crews para compor o elenco, para quem não está lembrado é o pai do Cris, que todo mundo odeia.
Mel Gibson é o vilão do filme, nenhuma novidade até aí, e diga-se de passagem foi um vilão que não convenceu, e em certos momentos até torci por ele, ainda mais quando ele questionou o Barney sobre, exatamente isso, quem é o verdadeiro vilão? Pois os Mercenários são pessoas pagas para matar, sequestrar, foder com a vida de pessoas que não vem ao caso se são inocentes ou culpadas, mas os Mercenários não são policiais, então o "ramo de atividade" é questionado dessa forma, mesmo os Mercenários trabalhando para o governo americano e o Mel Gibson (que atende neste filme como Conrad Stonebanks) vendendo armas para grupos terroristas e ditadores Keynistas, não faz de um herói e o outro vilão, questionamento igual foi feito pelo Raoul Silva ao James Bond em Skyfall em 2012.
As sacadas nesse filme estão muito boas, principalmente com os personagens do Jet li, Harrison Ford e Arnoud Schwarzenneger, os quais tiveram seus momentos certos para relembrarem personagens marcantes e não aquela forçação que fizeram com o Chuck Noris em 2012. Agora Antônio Bandeiras foi o chato do filme, o humor forçado garantiu gargalhadas no início, mas também foi responsável por um sentimento avesso próximo do fim, no entanto o atenção que Barney deu a ele, principalmente no momento do conserto do avião e da caminhada na mata foi Rockyana.
A mescla feita no filme entre os novos e os velhos mercenários só trouxe a certeza de que juntos eles são melhores, sem descartar a experiência dos clássicos e a ousadia dos novos mercenários, a equipe ficou mais letal com um Hacker, um franco atirador e uma especialista em combate corpo a corpo.
Assim, o filme Os Mercenários 3 foi bastante feliz a meu ver, pois além dessa mistura toda que contei, parece que o Stallone achou a fórmula ideal, faltando, em minha opinião, chamar o Kurt Russel e arranjar uma música para ser o tema do filme, assim como foram feitos na sequência Rocky. O filme é recomendável e atinge seu objetivo que é proporcionar aos fãs a oportunidade de virem numa mesma película Rambo, Indiana, Martin Riggs e o The Terminator juntos.
Filme de: Patrick Hughes, com: Sylvester Stallone, Jason Stathan, Jet Li, Dolph Lundgren, Randy Couture, Terry Crews, Arnoud Schwazenneger, Wesley Snipes, Antônio Bandeiras, Mel Gibson, Harrison Ford, Kellan Lutz e Ronda Rousey.

Leia também nossa opinião de Os Mercenários.
Leia também nossa opinião de Os Mercenários 2.




Cinemeirosnews will return!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Deus não está morto

Amigos Cinemeiros, Deus não está morto, isso é uma verdade irrefutável, mas que dever ter tido um princípio de infarto ao assistir o filme dirigido por Harold Cronk (E Se… Você Tivesse Uma Segunda Chance?), isso deve. Assisti ao filme e fiquei decepcionado com o pobre roteiro, personagens superficiais e caricatos apresentados nessa película que não consegue explorar um assunto tão rico e polêmico.

O filme inicia quando o calouro Josh Wheaton, interpretado por Shane Harper (Boa Sorte, Charlie!) se matricula para as aulas de filosofia do professor Radisson, interpretado por Kevin Sorbo (Hércules, Andromeda), ateu convicto que costuma afirmar em suas aulas que Deus está morto.

Já no primeiro dia de aula o arrogante professor, que também é um péssimo marido, convence a turma a escrever em uma folha de papel a afirmação que Deus não existe, todos da classe assim o fazem, menos nosso herói Josh que ao negar-se a concordar com a afirmação do professor inicia uma série de debates em sala de aula, com a permissão do professor, com o intuito de provar que Deus existe.

Entre os debates sobre a existência do Criador somos apresentados a personagens secundários que tentam, sem sucesso, aumentar a carga dramática da história, assim somos apresentados a muçulmana que tem resistência familiar para converter-se ao cristianismo, o pastor que perdeu a fé, a esposa que é tratada como um objeto, a doente terminal a procura de conforto espiritual e o filho que não dá valor a sua família. Todos de alguma forma conseguem a redenção e conforto no cristianismo.


Bom gente, um filme no estilo de Deus não está morto, é aquele tipo de filme que todos entram no cinema sabendo o final, que o jovem iria ganhar o debate contra o professor ateu. Era isso que eu esperava, mas também esperava um filme com muito mais conteúdo, com verdadeiros debates sobe fé, crença, lógica e filosofia, e não um filme cheio de clichês religiosos sem maiores explicações e confrontos, o professor, nos debates, apenas resmunga e faz caretas. É dificil engolir que no meio de um discurso tão pobre, um jovem calouro consegue provar a existência do Ser supremo. Filme pobre com argumento fraco e extremamente tendencioso, que no final tenta lançar uma campanha em redes sociais. Fiquei temeroso de ler nos creditos finais agradecimentos e patrocínio de alguma destas seitas que compram espaço na televisão.


domingo, 17 de agosto de 2014

Vestido para casar.

 Olá, cinemeiros! De volta para comentar sobre mais um filme que pareceu muito interessante, até o momento de entrar na sala e notar que nem trailer o filme possuía. Tudo bem, isso pode ter sido algo da sala, da empresa que administra o cinema em que fui, contudo para um cinemeiro ir assistir um filme no cinema e não ter trailer é muito complicado.
O filme em questão é o "Vestido para casar" com o ator da Globo Leandro Hassum, ator conhecido por atuar em filmes de comédias como o "Até que a Sorte nos separe" I e II e do Zorra Total, que aliás teve influência brutal no Vestido para casar, que eu resumo em três palavras: uma bela porcaria.
Parece que eu e você, que somos os que irão pagar para assistir, fomos totalmente esquecidos, os caras simplesmente fizeram um filme para ganhar dinheiro e dane-se se prestar ou não. Aliás a trama por si só já é uma comédia, sem noção alguma, em torno de um cara que vai casar com uma moça do interior, que traz a família para o casamento, mas de mentira em mentira, Fernando (o personagem de Hassum) vai criando uma confusão só, envolvendo a ex-mulher, um senador, dois policiais entre outros, e no fim a mensagem que o filme traz é a de que mentir sempre vale a pena.
Confundir mentiroso com ingênuo é algo que esses filmes adoram fazer, mas às vezes passam dos limites, assim como nesse Vestido para casar, o qual não se sabe se é o noivo que está vestido para casar ou se é um vestido de casamento. Mesmo tendo assistido ao filme, não sei ainda o motivo desse nome.
Com relação à ingenuidade, fiquei aqui pensando se o filme não faz é, na verdade, apologia à burrice, visto que o noivo engana e os demais personagens se permitem serem enganados, e no fim tudo acaba bem, com uma festa e os personagens dançando e comemorando a alta bilheteria patrocinada por nós.



Cinemeironews will return!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Transformers: A Era da Extinção


Meus amigos Cinemeiros, como fã da série Transformers desde os anos 80 e por esse motivo não podeis perder a estreia do quarto filme desta franquia. Fui um pouco curioso de saber qual o argumento utilizado para a substituição de todo elenco humano? Qual seria a passagem de tempo dos acontecimentos do filme anterior para este? Quais seriam os vilões? Em resumo, se o filme iria funcionar como os outros funcionaram.


Bom, o diretor Michael Bay (Transformers 1, 2, 3 e 4) resolveu não explicar o sumiço dos antigos personagens, apenas explica que os Autobots estão sendo perseguidos por humanos e uma nova casta de robôs caçadores de recompensas que estão exterminando nossos heróis, e que, após uma emboscada, Optimus Prime, muito avariado, se esconde em um velho cinema na forma de um caminhão antigo por alguns anos e é comprado como sucata pelo “inventor” texano Cade Yeger interpretado pelo ator Mark Wahlberg (O Grande Heroi, Ted), completa o grupo a filha de Yeger e seu namorada, esse grupo nos rede ótimas gargalhadas durante todo o filme.


Junto a tudo isso encontramos Autobots caçados, exterminados e derretidos para terem seu precioso metal utilizado por uma empresa na confecção de novas máquinas utilizando  a tecnologia Transformer. 
É interessante verificar a mudança e revolta dos Autobots com a nossa condição que tem na terra, o próprio Optimus deixa de lado o discurso de salvar a humanidade e mostra seu lado de guerreiro com sedento de vingança, o que na minha opinião apimentou mais a película.


No mais meus amigos, tem pancadaria para deixar o Godzilla encabulado, muita ação, humor e aventura do início ao fim, novos vilões são apresentados a franquia e antigos vilões ressurgem repaginados e se você, como eu, é fã dos robôs desde os anos 80, vou lhe dar um único argumento para correr aos cinemas, DINOBOTS. O filme é diversão garantida, está repaginado e as mudanças, ao meu ver, foram pra melhor. Bom filme a todos, pois são 2 horas e 46 minutos de Ação.