Em 7 de junho de 1985 estreava ‘Os Goonies‘, a divertida história de sete corajosas crianças (Andy, Bocão, Brand, Dado, Gordo, Mickey e Stef) que se aventuraram na caça pelo tesouro de Willy Caolho. O mais interessante é que eu assisti a esse filme NO CINEMA! sim meus amigos é verdade, sou cinemeiros desde de criancinha e como esse filme fez parte da minha infância e da minha vida, não poderia deixar de comentar sobre esse clássico dos anos 80, que recentemente completou 25 anos.
Os Goonies sem dúvida foi um dos melhores filmes já realizados até hoje, tão bom que dispensa continuações, mesmo tendo pano pra manga suficiente pra isso, tão bom que virou até GIBI; tão bom que ganhou uma linha de brinquedos com os personagens do filme; tão bom que virou até game; tão bom que até hoje os atores ainda são amigos e sonham com um retorno dos Goonies em um novo filme, mesmo que os fãs julguem desnecessário. Você com certeza deve ter assistido, pois já passou inúmeras vezes na tv, mas se não assistiu não sabe o que ta perdendo. 


A história do filme é simples: um grupo de garotos conhecidos como Goonies, após descobrirem um legítimo mapa do tesouro na casa de um deles, partem em busca do lendário tesouro perdido capaz de torná-los ricos e evitar a destruição de suas casas, já que sua cidade corre risco de despejo por dívidas. Sem aceitar que suas casas virem campos de golfe para os almofadinhas, os garotos enfrentam as armadilhas criadas por Willy Caolho, o pirata dono da fortuna perdida, enquanto têm de fugir dos perigosos bandidos da família Fratelli. Tudo isso composto por um elenco fantástico de jovens atores, uma trilha sonara sensacional e uma direção de primeira que fizeram do filme um dos maiores sucessos da época.


E para os saudosistas, com mais de trinta anos como eu, que curtem um bom filme de aventura sem apelação, preparem-se, pois recentemente foi anunciado pela Warner Bros. o lançamento de “The Goonies” Edição Especial de 25 anos em Blu-ray ou DVD. O lançamento contará com uma nova transferência em Alta Definição e uma faixa de áudio 5.1 lossless. Os extras divulgados são os mesmos da edição em DVD de 2007.
Entre os brindes do box estão:
*Cast-and-crew commentary track
*Making-of documentary
*Deleted scenes
*TrailersM
*Music video, Cyndi Lauper, “The Goonies ‘R Good Enough.”
E ainda:
*Jogo de Tabuleiro
*Cards de Storyboards
*Revista de 1985 contendo material de bastidores, incluindo histórias das filmagens em Astoria, Oregon, e como foi transformar a cidade nas “Docas Goon”
*Reedição do artigo publicado em 2009 na revista Empire, com atualizações do elenco, do produtor Steven Spielberg e do diretor Richard Donner

Tai a oportunidade que os nostálgicos de plantão estavam esperando para matar saudade das aventuras dessa galerinha esperta, cheia de pequenos e corajosos exploradores! fique esperto, pois a data prevista pra esse lançamento no Brasil e por volta de Novembro ok. Grande abraço pessoal e até a próxima. Câmbio e desligo :)

Tudo muda quando ele conhece a jornalista Jean Craddock (Maggie Gyllenhaal), por quem se apaixona durante uma entrevista. Ele se apaixona pelo seu jeito meigo e seus grandes olhos azuis; ela se encanta pelo lado simplório e carinhoso daquele homem amargurado pela vida. A partir daí, Bad Blake começa a rever seus conceitos e percebe que se quiser se deixar envolver precisa mudar o seu jeito de ser, ou seja, abandonar de vez a bebida antes que sua vida e sua carreira afundem de vez.
E foi assim que Jeff Bridges, através de sua performance, conseguiu provar que é um ator extremamente talentoso e mais do que merecedor do Oscar, que consegue dar ao personagem uma difícil mistura de negligência, frieza, derrotismo e ternura, que impedem ao espectador tomar uma posição clara a favor ou contra. Em sua estreia como diretor, Scott Cooper, não foge de da estrutura dramática tradicional de “filmes de superação” e consegue fazer de Jeff Bridges, estrela da produção.
Veja bem a foto acima. Três dos maiores ícones do cinema lado a lado! tenho certeza que o sonho de todo fã de filmes de ação é ver um filme que tivesse pelo menos dois desses três astros de Hollywood na mesma tela. Bom, comigo também foi assim, principalmente depois que vi uma foto dos três ex-sócios na divulgação de uma rede de restaurantes que tinham chamada
Em OS MERCENÁRIOS, a única novidade mesmo é o elenco composto pelos maiores astros de filmes de ação dos anos 80 e da atualidade, como: Jet Li, Jason Statham, Mickey Rourke, Dolph Lundgren, Eric Roberts, Terry Crews, Steve Austin e Randy Couture que ficaram com os papéis principais, além do próprio Stallone (ator, diretor e co-roteirista) e da participação especial dos astros Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger, que fazem uma ponta com ele em uma cena que, com certeza, é um dos momentos mais aguardados do filme, pena que infelizmente é curta.
Na trama, o grupo de "soldados da fortuna" de Barney Ross (Stallone) é contratado pelo misterioso Sr. Church (Willis) para infiltrar-se em uma ilha latina e assassinar seu ditador (David Zayas). Chegando lá, ele e seu companheiro Lee Christmas (Jason Statham) conhecem a rebelde Sandra (Giselle Itié) e descobrem que o verdadeiro manda-chuva da história é o gringo, ex-agente da CIA, que manipula o ditador. Depois de escaparem da ilha, Barney decide voltar para salvar Sandra foi capturada e está sendo torturada pelo vilão engravatado e engomadinho, vivido pelo ator Eric Roberts e seu capanga Paine (Steve Austin), para dar informações sobre os americanos. É claro que para essa missão Barney vai contar com a participação dos seus outros amigos mercenários, que não dispensam uma boa briga.
Pelo que vi no trailer eu esperava mais do filme. Claro que o filme não é nenhuma obra prima da sétima arte e não importa se o roteiro tem brechas e é cheio de clichês, ou se Stallone conduz mal a direção do seu filme, ou se alguns diálogos surgem forçados, ou se o casal não tem química alguma. Para quem quer só curtir é um espetáculo tão empolgante e divertido que fica difícil ligar para isso. Ação quase que ininterrupta, boas tiradas que até provocam algumas gargalhadas em quem assiste.

Mais aí você me pergunta: já saiu a segunda parte e eu nem sabia que existia a primeira. Então, para que possamos entender melhor essa seqüência, vamos a uma breve sinopse da primeira. A trama se inicia com um acidente traumático, no qual Sarah (Shauna McDonald) perde sua família. Indiretamente, o mesmo acidente faz com que ela perca também a amizade de Juno (Natalie Jackson Mendoza), sua melhor amiga, que não consegue segurar a barra e se afasta, não participando do processo de recuperação e deixando tal papel para Beth (Alex Reid). Porém, um ano depois, chega a hora do reencontro. As três, ao lado de outro trio de amigas (vividas por Saskia Mulder, MyAnna Buring e Nora-Jane Noone), partem para uma expedição turística a uma caverna nos apalaches estadunidenses. Todas são experientes no assunto, estão bem equipadas e estudaram o local, muito bem mapeado e bastante visitado. Porém, ao visitarem as galerias mais profundas, um desabamento acontece e as deixa presas. Segue-se então, através de reviravoltas inteligentes, um verdadeiro pesadelo e a consciência de que elas não são estão sozinhas no labirinto de cavernas.
Então Sarah emerge miraculosamente dos sistemas de cavernas milhas de distância de onde elas supostamente estavam explorando. Machucada, desnorteada e coberta pelo sangue das suas companheiras desaparecidas, Sarah não diz coisas coerentes e está muito amedrontada. E é exatamente daí que começa o segundo filme, pois se o primeiro “Abismo do Medo” foi um dos filmes de terror mais assustador da década, é natural esperar uma continuação, mesmo que alguns achem que foi desnecessária.
Em O abismo do medo parte 2 (The Descent part 2), Sarah é encontrada em choque após dois dias, em que a polícia explora sem sucesso as cavernas em busca das amigas que saíram pra o que seria uma boa aventura. Inconformado, o xerife junta um pequeno grupo e intima a Sarah, mesmo com poucas condições, participar de uma expedição num diferente ponto da rede de grutas para tentar achar as moças perdidas. Só que as famintas criaturas, uma espécie de homens-morcego (não é o Batman viu), os esperam nas profundezas do abismo. Confira as fotos abaixo.
Não dá pra deixar de negar o cuidado da produção. Só pra se ter uma idéia, até para os flashbacks, o elenco do original voltou a gravar cenas extras. Até chegar ao desfecho meio frustrante, há uma boa cota de sustos, carnificina, claustrofobia e tensão. Tudo em menor dose do que o primeiro, mas ainda sim está lá. Uma boa pedida para os fãs do gênero ou pra quem quer acompanhar a saga de Sarah que acho que dessa fez chega ao fim. Grande abraço pessoal e até a próxima :)

Vou confessar a voes que eu preferia assistir MACGYVER, mas sempre que dava eu assistir as aventuras do Esquadrão Classe A. Uma das coisas que me atraiu no filme foi os cuidados do diretor Joe Carnahan de manter as características básicas de cada personagem: o charuto de HANNIBAL (Liam Neeson), o moicano de BA (Quinton “Rampage”Jackson), a loucura de Murdock (Sharlto Copley), o sarcasco do Cara de Pau (Bradley Cooper) e até a van/furgão da antiga série se faz presente. Toda essa caracterização dos personagens foi fundamental para conquistar a atenção dos fãs e admiradores.
A trama começa com o coronel John "Hannibal" Smith em missão ao lado do tenente Templeton "Cara-de-Pau" Peck. Não demora para que outros dois rangers, soldados de elite do exército dos EUA, juntem-se à equipe: o sargento Bosco "BA" Barracus e o capitão H.M. Murdock, estabelecendo o quarteto conhecido da TV. Alguns anos depois desse primeiro encontro, o Esquadrão Classe A tornou-se uma lenda nas forças armadas, sendo conhecido pela especialização em conseguir realizar missões consideradas absurdas. Mas a fama os torna os alvos perfeitos de uma conspiração e os quatro acabam presos. Resta agora aos soldados, excluídos das fileiras do exército, provar sua inocência enquanto são perseguidos por uma agente do FBI (Jessica Biel) e levar os responsáveis à justiça, antes que ocorra um golpe bilionário aos EUA.
Uma coisa que vale ressaltar é a sintonia perfeita que existe entre os quatro protagonistas. Ótimas atuações que não deixam nada a desejar ao original, até mesmo o “novo” BA foi muito bem interpretado por Rampage que até foi elogiado por Mr. T, ator que interpretava o BA na série. Sharlto Copley interpreta um Murdock perfeito, doido doido doido, mas como sempre muito engraçado. São dele as melhores piadas do filme sem falar que ainda temos uma participação especial de Dwight Schultz, o ator que fazia o Murdock na série e também uma ponta de Dirk Benedict, o Cara de Pau original, que deixa o filme ainda mais interessante principalmente para os fãs.
Então é isso pessoal, ESQUADRÃO CLASSE A é uma das adaptações mais fiés já feitas, que promete misturar cenas de muita ação com momentos bem humorados, diverte mais sem mostrar algo que você ainda não tenha visto antes. É mais um exemplo de filme pipoca que vale a pena assistir pela diversão e para ver novamente alguns personagens dessa série que foi com certeza um marco para a tv na década de 80. Grande abraço e até a próxima. Câmbio e desligo :)