sexta-feira, 11 de julho de 2014

Transformers: A Era da Extinção


Meus amigos Cinemeiros, como fã da série Transformers desde os anos 80 e por esse motivo não podeis perder a estreia do quarto filme desta franquia. Fui um pouco curioso de saber qual o argumento utilizado para a substituição de todo elenco humano? Qual seria a passagem de tempo dos acontecimentos do filme anterior para este? Quais seriam os vilões? Em resumo, se o filme iria funcionar como os outros funcionaram.


Bom, o diretor Michael Bay (Transformers 1, 2, 3 e 4) resolveu não explicar o sumiço dos antigos personagens, apenas explica que os Autobots estão sendo perseguidos por humanos e uma nova casta de robôs caçadores de recompensas que estão exterminando nossos heróis, e que, após uma emboscada, Optimus Prime, muito avariado, se esconde em um velho cinema na forma de um caminhão antigo por alguns anos e é comprado como sucata pelo “inventor” texano Cade Yeger interpretado pelo ator Mark Wahlberg (O Grande Heroi, Ted), completa o grupo a filha de Yeger e seu namorada, esse grupo nos rede ótimas gargalhadas durante todo o filme.


Junto a tudo isso encontramos Autobots caçados, exterminados e derretidos para terem seu precioso metal utilizado por uma empresa na confecção de novas máquinas utilizando  a tecnologia Transformer. 
É interessante verificar a mudança e revolta dos Autobots com a nossa condição que tem na terra, o próprio Optimus deixa de lado o discurso de salvar a humanidade e mostra seu lado de guerreiro com sedento de vingança, o que na minha opinião apimentou mais a película.


No mais meus amigos, tem pancadaria para deixar o Godzilla encabulado, muita ação, humor e aventura do início ao fim, novos vilões são apresentados a franquia e antigos vilões ressurgem repaginados e se você, como eu, é fã dos robôs desde os anos 80, vou lhe dar um único argumento para correr aos cinemas, DINOBOTS. O filme é diversão garantida, está repaginado e as mudanças, ao meu ver, foram pra melhor. Bom filme a todos, pois são 2 horas e 46 minutos de Ação.



segunda-feira, 30 de junho de 2014

CINE HOLLIÚDY



Por Nyvian Barbosa.

Olá, companheir@s cinemeir@s! Cá estou mais uma vez pra falar de quê? Isso mesmo, Cinema Nacional! Eeeeeeeeeeeeeeeê :D

O filme da vez é Cine Holliúdy!


A história se passa no interior do Ceará dos anos 70, quando a televisão estava se alastrando pelo Brasil.

Francisgleydson, personagem principal, viajava de cidade em cidade para exibir seus filmes. Quando via que a televisão ia chegar na cidade onde estava, pegava sua esposa e seu filho, arrumava as malas, punha tudo dentro da loura, a van amarela, e rumavam para outra cidade. Até chegar à cidade pacata de Pacatuba e resolver lá se fixar. Aí começa a história.


Sempre com muita dificuldade, ele e a esposa, Maria das Graças, a “Graciosa”, alugaram o lugar onde seria a sala de cinema. E começaram a trabalhar nela: pintaram, arrumaram, limparam e deixaram tudo um brinco só para grande noite de estreia.

Nesse meio tempo, os outros personagens foram se apresentando. Todas as figuras caricatas de cidades do interior: a moça namoradeira, o namorado dela e o perseguidor do namorado dela, o prefeito aproveitador, a primeira-dama metida, o chato que fica se repetindo, o menino pobre e o menino rico, o padre e o pastor, o ceguinho da praça, entres outros!


Achei muito boa a cena em que as pessoas passam pelo cartaz do filme e comentam sobre o empreendimento. É interessante observar as reações das pessoas: tem os empolgados, os desconfiados, tem gente que vai só pra ver dar errado e outros pra ver a grande novidade. Eles falam sobre o filme, mas é perceptível que a alusão é ao cinema em si. Metalinguagem. Detalhe que quem faz o ceguinho é o cantor Falcão, que também vai ao cinema para VER a novidade.

Eu gostaria dar um grande destaque para o ator amazonense que faz uma participação no filme: Aldenir Trindade Forte (conhecido também como Coti), o “Rambú” do São Jorge. Ele interpreta um amigo de Francisgleydson que pertence à última cidade onde a família morou, antes de Pacatuba. Ele aparece também em um flashback que Francisgleydson tem e nos créditos finais. Ele ficou conhecido por sua vontade de fazer filmes de ação, iguais aos do Rambo, registrado no documentário intitulado “A incrível história de Coti: o Rambo do São Jorge”, do diretor Anderson Mendes.


O filme mostra algumas informações sobre o cinema no Ceará. Dentre as quais, que só existem 5 cidades que tem cinemas no Estado, incluindo a capital Fortaleza. Na minha humilde opinião, situação não é diferente daqui e ainda: pode haver muitas salas de cinemas em Manaus, mas em compensação só tenho a informação de que só existe cinema aqui na capital, com 62 municípios que nosso Amazonas tem.

Já pensou em um longa metragem mostrando as figuras típicas amazonenses? Com nossa linguagem e uma história marcante, no qual os amazonenses também se identificassem? FikDik para os grandes produtores e investidores do cinema local!


Cine Holliúdy é comédia para família, o 1º filme brasileiro com legenda em português (às vezes era preciso com tantas expressões e modos de falar em cearês, rsrs). Há quem diga que é de humor inocente de Chaplin comparado ao jeito jeca de Mazzarope. Sabiam que o ator Edmilson Filho (Francisgleydson) é tricampeão brasileiro de tae-kwon-do? E ele consegue amadorizar isso em sua interpretação da cena final, que mostra que o brasileiro é mesmo um artista: Diante da aflição, o vale é a criatividade!

The End! =) 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

MALÉVOLA



Por Nyvian Barbosa.

Caras companheiras e companheiros,

Cá estou eu mais uma vez a discorrer minhas singulares impressões sobre um filme cuja protagonista é uma mulher que acho muito gata! A nossa Angelina Jolie! Ela é muito Jolie, em francês, linda!!
Malévola, até o nome da personagem ficou bonito no rosto de Angie! Pra começar, aviso mais uma vez: gente, tenho problemas com spoilers. De vez em quando eu deixo escapar uns e não me importo em saber também. Vou tentar me segurar.
Primeiramente, eu chamo a atenção pelo filme ser totalmente inversões de expectativas. A priori, achei que fosse uma lambança só e cá pra mim, pensei: “Releitura da Bela Adormecida? Putz, será que o Shrek aparece?” Mas confiei em Angie e assisti a este filme só por causa dela, admito. E de fato, ela foi a estrela em interpretação. Destaque para a make up de Angelina Jolie e a fotografia do filme! Fez a senhorita Princesa Aurora ser uma MERA coadjuvante e, em alguns momentos, até bobinha demais.

O filme explica tudo e é um daqueles que nos fazem torcer para a vilã: acho que eu, no lugar dela, faria coisas piores! Hehehehe... Posso até dizer que é um bom filme para pessoas que lidam com reputação, comunicação e jornalismo – principalmente, pois nos ensina que sempre existe um ooooutro ponto de vista.
Na historinha clássica, tudo acontece simplesmente porque Malévola é uma bruxa má. Simplesmente. Bruxa, porque quem é má é bruxa. Má porque é má e já nasceu assim. Mas este filme traz a história desde a infância da menina Malévola (e já com aqueles chifres, ui), até mesmo quando ela conheceu certo menino por quem se apaixonou. Pois é, sempre eles surgem para desandar nossa vida! ;)

Tem uma coisa que me fez refletir bastante: o estado de espírito dela. O tom obscuro, alegre ou triste do ambiente por onde ela passa, muda conforme o estado de Malévola. É interessante observar que tudo reflete o íntimo dela: o vai e vem do menino por quem se apaixona e depois descobre que é ganancioso; a floresta obscura reflete a profunda tristeza que carrega. Mas tudo sem perder a imponência! Até quando sofre, Malévola é elegante, hehe! Lembra muito Anjelica Huston quando interpretou Mortícia Adams.
A gente já “saca” qual é a onda dela no primeiro contato com a princesinha ainda bebê, a praguinha! Tem uma cena no dia do batizado da Aurora, que é quando Malévola aparece, que para bom entendedor é a cena que define o perfil da bruxa! Antes de ela rogar todas aquelas pragas do 16º aniversário, sono profundo, rocas, sangue, sono profundo, e tals e tals, ela confirma os votos das fadinhas que a criaram até aquele dia: terá singular beleza, crescerá com graça e será amada por TODOS que a conhecerem. Bom, se eu falar mais que isso, né...

Malévola é pega pelas próprias palavras. O filme ensina a repensar conceitos e a perceber a força e o sentido real das palavras, do beijo de amor, de amor verdadeiro, da figura de pai e de mãe, de família, de motivações, de decisão, de ambições... Nossa, eu poderia escrever horas a fio sobre isso, mas creio que estes sejam os impulsionadores dos conflitos do longa.

Como todo clássico, tem figuras engraçadas, que são as três fadinhas abestadas que criam Aurora; tem o galã, que pra mim é o corvo companheiro de Malévola, que preferia morrer a virar homem – virou homem, mas é um pássaro legal; até mesmo príncipe e final feliz! Assistam e comentem aqui! The End!

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Esse eu Quero Ver: Thanos nos filmes da Marvel

Um dos maiores vilões do universo Marvel, em breve poderá ser visto nos futuros filmes da Malvel, seu nome: THANOS!!! o grande vilão terá pequenas participações nos filmes, Os Guardiões da Galáxia (estreia prevista para julho) e os Vingadores 2, além de ser a principal ameaça do filme Os Vingadores 3.
Thanos (no fim do filmes Os Vingadores - 2012) e Josh Brolin
Hoje, mais um passo foi dado na composição do personagem. O ator Josh Brolin foi escolhido para ser a voz de Thanos, isso mesmo, só a voz porque o vilão será feito todo em computação gráfica, isso é....caso não haja mudanças, mas em se tratando de cinema, tudo pode acontecer. De qualquer maneira, são filmes que qualquer fã de quadrinhos (ou não) vão gostar de assistir.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A Invenção de Hugo Cabret


Gente, já tem um tempo que ganhei a mídia em Blu-ray de um filme que, segundo quem me presenteou, merecia ser visto e revisto sempre que possível, fiquei curioso para ver o tal filme, que tinha passado desapercebido por mim quando foi exibido nos cinemas, o pior é que o filme que tinha em minhas mãos era a versão em 3D, tentei trocar por uma versão 2D mesmo mas não a encontrei, resumindo, fiquei com o filme em minhas mãos mais de um ano sem conseguir assisti-lo. Finalmente neste final de semana consegui matar a curiosidade e assistir ao tão bem mencionado filme e felizmente em 3D já que depois descobri que o diretor Martin Scorsese (O Lobo de Wall Street) fez questão de filmar toda a película com câmeras 3D, o que diferencia este filme de outros que são adaptados para o 3D no pós produção.
O filme concorreu em 11 categorias do Oscar 2012 e foi vencedor de Melhores efeitos especiais, melhor fotografia, direção de arte, mixagem de som e edição de som. Martin Scorsese ganhou o Golden Globe 2012 de melhor diretor.


Baseado no livro de Brian Selznick o filme conta a história de Hugo Cabret, interpretado por Asa Butterfield (O Menino do Pijama Listrado), um órfão que vive em uma estação de trens na Paris dos anos 30 , trabalhando com a manutenção dos relógios do lugar, que tem como motivação consertar uma espécie de robô com a esperança de, com isso, receber uma mensagem do seu falecido pai, para isso ele subtrai peças de uma loja de brinquedos localizada na estação de propriedade de Papa Georges, interpretado por Ben Kingsley (Ender's Game - O Jogo do Exterminador), onde trabalha sua sobrinha Isabella, interpretada por Chloë Grace Moretz (Kick-Ass 2), o filme da uma reviravolta quando Hugo descobre que Isabella tem a ultima peça para fazer seu autômato funcionar.


A partir deste ponto somos imersos de uma forma bela e cativante na história da sétima arte, passando pelos tempos em que o cinema era mais uma atração de circo, sua evolução, assim como a importância da mágica para a criação dos primeiros efeitos especiais. Uma jornada avassaladora pelos bastidores da indústria dos sonhos, mesclando a história dos primeiros passos do cinema com uma espécie de conto de fadas. Uma bela homenagem da indústria para a própria indústria, em um filme bem dirigido com som e arte impecáveis.


Resumindo meus amigos, é um filme que merece estar na coleção que qualquer cinemeiro, recomendo assistir em 3D, para curtir o melhor que a película pode nos oferecer, já fazia um tempo que não assistia CULT, isso mesmo, na opinião deste escriba, A Invenção de Hugo Cabret e daqueles filmes que merecem ser cultuados e disseminados entre os cinéfilos. Um filme que afirmo sem medo agradará e emocionará a todos que acompanham esse blog.



quarta-feira, 7 de maio de 2014

Copa de Elite


Olá cinemeiros, estou aqui para trazer mais uma comentário sobre um filme que assisti, um filme que está em cartaz, e que vocês poderão acompanhar e concordar ou não com meu texto: se concordarem, beleza, escrevam para eu saber; mas se não concordarem, por favor, escrevam também para que eu possa ter ideia dessa outra visão ou para eu poder explicar melhor meu ponto de vista.
O filme é o Copa de Elite, que foi dirigido pelo Vitor Brandt, com o roteiro do próprio Brandt e de Pedro Aguilera, com: Marcos Veras, Júlia Rabello, Rafinha Bastos, Anita e grande elenco. Impulsionados pela Copa do Mundo, pelo sucesso do Porta dos Fundos (que já foi maior e agora está em declínio) e dos filmes nacionais escolhidos para serem satirizados, os roteiristas tiveram o trabalho apenas de copiar a receita de bolo do cinema americano e adaptar ao cenário brasileiro.
Em 2000 foi lançado o filme Scary Movie (não sei se esse foi o primeiro do gênero, mas com certeza é o mais conhecido e o mais...) ou TODO MUNDO EM PÂNICO no Brasil, que tinha a intenção de satirizar os filmes de sucesso até aquele ano, enfim, foi uma grande sacada e ponto. O problema foi que eles se empolgaram e passaram a fazer outros filmes com a mesma proposta, ou seja, pegar os filmes de sucesso de um determinado período e ridicularizá-los, até que eles chegaram ao Todo Mundo em Pânico 5 (2013) onde somente eles (os produtores, roteiristas, diretores e elenco) acham graça, pois passou a ser maçante, dora de moda, sem novidades, uma tremenda perca de tempo e ao que parece, Copa de Elite irá tomar esse caminho.
Nesse filme, o Copa de Elite, a história gira em torno de Jorge Capitão, um policial do Bope, que invadiu uma favela, descumprindo as ordens do seu superior, e salvou o melhor jogador do mundo, o argentino Messi. Jorge Capitão foi execrado pela imprensa, que passou a acusá-lo de traidor da nação, a população o condenou também e ele passou a ser hostilizado nas ruas, ridicularizado nos programas de tv, até sua expulsão do Bope.
Fora do Bope, contudo, descobriu o plano de traficantes que pretendem assassinar o Papa Francisco na final da Copa do Mundo, assim Jorge Capitão parte para as investigações, conhecendo Bia Alpinista, e com ela desvendam todo o mistério.
A história é bem bolada, tendo por base o filme Tropa de Elite 2, mas utilizando outros filmes nacionais como pontas para, digamos, quebrar o gelo, e nisso eles conseguiram fazer um filme engraçado, com: Chico Xavier, Bruna Surfistinha, Dois filhos de Francisco, Minha mãe é uma peça e Se eu fosse você, que aliás, para mim, foi a cena mais engraçada de todo o filme.
No fim do filme, o Jorge Capitão do futuro convoca o Jorge Capitão do Presente para salvar as Olimpíadas de 2016 (satirizando Homem do Futuro, com Wagner Moura), ou seja, haverá um segundo filme que talvez não se chame "Copa de Elite 2" ou sim, mas o fato é que a fórmula será copiada e provavelmente teremos uma sequência insuportável para ignorar no futuro, assim como hoje faço com Todo Mundo em Pânico 7, 8 ou seria 9?

Notícia boa recebi hoje, compartilho com vocês.


Cinemeirosnews will return!