segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Quarentena = REC

E REC é igual à QUARENTENA! não entendeu? vou explicar. REC é um filme ESPANHOL que fez muito sucesso em 2007 no mundo todo e conta a história de uma repórter e seu cameraman que são escalados para passar uma noite na estação de bombeiros da cidade de Barcelona. Tudo ia bem e até meio monótono, até que os bombeiros receberem uma chamada para verificar uma ocorrência que estava acontecendo em um prédio e é claro que Ângela, a repórter, e seu cameraman Pablo vão junto e o que parecia mais um chamado normal, se transforma no pior pesadelo de suas vidas, pois todos eles (bombeiros, Ângela, Pablo e os demais hospedes) acabam presos no prédio depois que o CCD – Centro de Controle de Doenças - lacra tudo e impede a saída de todos que estão lá dentro sem dar muitas explicações. Só com o decorrer do filme é que vamos descobrir que o motivo de eles estarem isolados é o fato de haver, dentro do prédio, um agente biológico altamente contagioso e que causa uma espécie de raiva nas pessoas que forem contaminadas tornando-as umas espécies de ZUMBIS... que babam, mordem, arranham, gritam e pra variar, são sedentos por carne fresca.(eca!) O filme é uma mistura de suspense/terror na dose certa e lembra muito A Bruxa de Blair, pois tudo o que o espectador assiste, é das imagens feitas pela câmera de Pablo que é encontrada pela policia e quando é colocada pra rodar conta toda a história, daí o nome – REC. Claro que Hollywood vendo o sucesso que o filme fez, tratou logo de encomendar o seu genérico intitulado, adivinhem... QUARENTENA, que conta praticamente a mesma história com exceção de alguns detalhes diferentes e de agora a cidade ser LOS ANGELES. E não é a primeira vez que o cinema americano copia uma produção estrangeira fazendo sua “versão”. Quer ver dois exemplos clássicos disso? O CHAMADO e O GRITO, que são “remakes” de filmes JAPONESES e quem já assistiu disse que é muito melhor e mais assustador que a versão yankee. Isso é mais uma informação que o “cinemeiros” traz pra você, pois se você não sabia disso, agora já sabe hehehe... REC é um filme bom daqueles que proporcionam vários sustos na platéia e eu mesmo cheguei a dar vários pinotes na poltrona do cinema quando estava assistindo e a continuação virá no ano que vem com REC 2, contando com a mesma dupla de diretores do primeiro filme Jaume Balagueró e Paco Plaza. Porém sua versão americana (lançada apenas um ano depois), em minha opinião, deixa um pouco a desejar. Mesmo sendo uma réplica quase idêntica, acho que algo se perde no caminho e aquela sensação de “deja vu” acaba estragando todas as surpresas do filme, em virtude disso foram feitas algumas alterações sutis no roteiro, além disso, as imagens do cameraman de QUARENTENA não têm aquela aparência de filme caseiro como acontece com REC, parecendo mais com uma câmera profissional de cinema. O lado tedioso da cobertura no corpo de bombeiros é meio escondido, sendo substituído por uma série de piadas sexuais entre a jornalista e os bombeiros. A personagem aqui não demonstra tanto a ambição em crescer na carreira e tem uma postura mais ativa no sentido de ajudar aos outros dentro do edifício. Ou seja, tornou-se menos egoísta. Só que era justamente esta característica que a tornava interessante diante da história, pois estava ali primeiro a jornalista e depois a pessoa. Nos extras do DVD de QUARENTENA ainda tem muita informação interessante como: making of; curiosidade de make-up design (ou seja, de maquiagem); ensaio com os dublês; comentários do filme com o diretor John Erick e o produtor Drew Dowdle e muitos trailers. Bom, na dúvida assista aos dois e tire suas próprias conclusões pois eu já dei minha opinião hehe...Grande abraço e até a próxima. Câmbio e desligo!

Curiosidades:
  1. A equipe de produção gravou a reação do público durante a pré-estréia de REC e depois lançou na NET como uma espécie de marketing do próprio filme. Se você quiser pode conferir http://www.youtube.com/watch?v=nfgZlMYj_NU. É até engraçado!
  2. Os diretores de REC, Jaume Balagueró e Paco Plaza, chegaram a rodar cenas em que nem mesmo os atores sabiam o que aconteceriam, justamente para captar a espontaneidade dos sustos.
  3. Ângela Vidal, a protagonista dos filmes, é vivida pela belíssima Manuela Velasco (ganhadora de vários prêmios) e parece que vai estar de volta em REC 2! ué, ela não morreu? ops... e na versão americana quem interpreta a personagem é Jennifer Carpenter, a Emily do filme O exorcismo de Emily Rose!!...vixe, vai de retro!!

Nada a ver: Aprendam a cantar o hino nacional!!!

Olha...eu não iria postar nada hoje....até falei com o Érico no início da tarde...mas não resisti....
Sempre notei que muita gente não sabe cantar o hino nacional brasileiro....isso é ridículo....se aprende na escola, desde moleque....bom...então vai aí minha contribuição...quem já "pegou essa aula" fique quieto pois muitos ainda não assistiram....


e a semana só começa...

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

PERFIL: Alfred Hitchcock

Bem vindos à nova seção do nosso blog... PERFIL! que como o próprio nome já diz, vai trazer informações sobre a vida e obra de alguns ícones do cinema, seja ator (a), diretor(a) ou os dois. E pra começar, que tal falarmos de um sujeito conhecido como o mestre dos filmes de suspense e se estivesse vivo, esse mês iria completar 110 anos. Seu nome vocês já sabem: Alfred Hitchcock.
Sir Alfred Joseph Hitchcock nasceu em Londres, no dia 13 de agosto de 1889. Recebeu uma rígida educação católica na escola londrina St. Ignatius College. Perdeu o pai aos 14 anos e depois disso largou a escola e começou a trabalhar em uma companhia, onde desenvolveu trabalhos de design gráfico e publicidade. A sua carreira cinematográfica começou em 1920, com um emprego na Famous Players-Lasky, da Paramount Pictures e, durante dois anos, ele fez o "cartão" que aparecia em dialógos de filmes mudos. Logo aprendeu a criar roteiros e a editar. Em 1922, tornou-se cenógrafo e assistente de direção. Em 1922 fez o seu primeiro filme, chamado Number Thirteen, mas o projeto foi abandonado. Entre 1923 e 1925, Hitchcock trabalhou em Berlim, na UFA (Universum Film AG).
A sua criatividade surpreendeu os dirigentes do estúdio, que decidiram promovê-lo a diretor e, em
1925, ele ganhou a primeira chance como diretor no filme The Pleasure Garden, feito pela Ufa Studios na Alemanha. Em 1926 estreou no suspense com o filme The Lodger: A Story of the London Fog (no Brasil; O inquilino ou O locatário). Este filme seria o seu primeiro sucesso, baseado nos assassinatos de Jack, o Estripador. A partir daí, Hitchcock faria pelo menos uma aparição em cada uma de suas produções, o que se tornaria uma das suas marcas. Foi também o seu primeiro filme de suspense, gênero que o consagraria em todo o mundo. Hitchcock mudou-se para os Estados Unidos em 1939 e tornou-se cidadão norte-americano em 1955. Seu primeiro filme americano foi Rebecca, que rendeu ao cineasta sua primeira indicação ao Oscar.
Na
década de 1940, os filmes de Hitchcock tornaram-se mais diversificados, passando pelo género comédia em Mr. & Mrs. Smith (Um Casal do Barulho / Meu Marido é Solteiro) (de 1941), ao filme noir em Shadow of a Doubt (A Sombra de Uma Dúvida) (de 1943) e a ficção sobre leis em The Paradine Case (Agonia de Amor / O Caso Paradine) , de 1947. No começo dos anos 50, a MCA e o agente Lew Wasserman, que tinha como clientes James Stewart e Janet Leigh, tiveram grande importância nos filmes de Hitchcock. Com a ajuda de Wasseraman, Hitchcock teve grande liberdade criativa para trabalhar em seus filmes. Em 1954, o filme Dial M for Murder (Disque M Para Matar) trouxe Ray Milland e Grace Kelly nos papéis principais. Foi o primeiro filme em que Hitchcock trabalhou com Grace Kelly, baseado na peça escrita por Frederick Knotte, pela primeira vez, o diretor usou a técnica 3D.
Vertigo (Um Corpo Que Cai / A Mulher que Viveu Duas Vezes), com James Stewart e Kim Novak, de 1958, é visto como uma das obras-primas do diretor, embora na época tenha sido um fracasso comercial. O filme foi eleito entre os cem melhores filmes de todos os tempos pelo Instituto de Cinema Americano, em 1998. Psycho (Psicose / Psico) , de 1960, que teve como protagonista Janet Leigh, Anthony Perkins e Vera Miles, venceu o Globo de Ouro na categoria melhor atriz coadjuvante (Janet Leigh). O filme trouxe uma das cenas mais conhecidas da história do cinema, a famosa cena do chuveiro, quando a personagem de Janet Leigh é assassinada a facadas. O filme ficou na décima oitava posição entre os 100 melhores filmes do Instituto de Cinema Americano.
The Birds (Os Pássaros), de 1963 é baseado num conto de mesmo nome da escritora britânica Daphne Du Maurier e é protagonizado por Rod Taylor, Jessica Tandy e Tippi Hedren, esta última uma descoberta de Hitchcock. O filme inovou na trilha sonora e em efeitos especiais, e por este último motivo foi nomeado para o Oscar. Tippi Hedren, mãe da futura atriz Melanie Griffith, ganhou o Globo de Ouro. Em 1972, Hitchcok lançou Frenzy (Frenesi / Frenzy, Perigo na Noite), um thriller sobre crime que trouxe pela primeira vez cenas de nudez e palavras de baixo calão em um de seus filmes. O seu último filme foi Family Plot (Trama Macabra / Intriga em Família) com Karen Black e Bruce Dern
Em 1980, Alfred Hitchcock recebeu a KBE da Ordem do Império Britânico, da mãos da Rainha Elizabeth II. Ele morreria quatro meses depois (no dia 29 de abril) de insuficiência renal, em sua casa em Los Angeles. Este grande diretor, talvez o melhor de todos os tempos ou um dos melhores, morreu em 1980 de complicações renais. Seu último filme chama-se Trama Macabra. Hoje, 29 anos depois Alfred Hitchcock continua surpreendendo os fans, com as características marcantes de seus filmes que eram: o suspense (sempre seguido por uma música de fundo), o espectador com voyeur e suas pequenas aparições em todos seus filmes. Apesar de indicado seis vezes ao Oscar, cinco vezes como melhor diretor e uma como melhor produtor, jamais recebeu a cobiçada estatueta, juntando-se a outro gênio cinematográfico também nunca agraciado com o prêmio máximo da academia, Stanley Kubrick. Mesmo assim, seus filmes ainda impressionam, seja pela bela direção ou pela história bem escrita.
E você pode ajudar na futura edição da seção PERFIL do nosso blog escolhendo a próxima personalidade da qual você gostaria de saber um pouco mais. E os candidatos são:

a) Charles Chaplin b) Steven Spielberg c) Roman Polanski

Deixe seu comentário escolhendo o seu candidato ou então envie sua opição por e-mail para: eph.tst@hotmail.com. Um grande abraço a todos e participe pois contamos com sua participação.

domingo, 23 de agosto de 2009

Se beber, não case!!!

Não...Não venham me falar sobre comédia....aliás sobre comédia que ninguém dava Fucker nenhuma e que acabou rendendo mais de 300 milhões de dindin emeuriquiieeenossss....
Estou falando do filme....”Se beber, não case!”....O filme realmente é muito bom (Eu assisti)....e francamente não valeria tudo isso de bilheteria (mais de 300 milhões de dólares!!!!)...no entanto, foi o que arrecadou até aqui....
Eu já falei que o filme arrecadou mais de 300 milhões de dólares???
A história é simples....um cara vai se casar e três amigos preparam a despedida de solteiro, com tudo o que um “quase casado” tem direito....noitada em Lãs Vegas, mulheres, bebidas, farras em geral....o problema é que eles não lembram que nada disso aconteceu....e isso já era a manhã do dia seguinte...
Agora, imaginem acordar num quarto luxuoso de um Caesar Palace de Las vegas, sendo que o mesmo quarto destruído, uma galinha dando voltas pela sala, um tigre no banheiro, um bebê no armário, uma viatura de polícia na sua vaga de estacionamento e sem um dos amigos....justamente o que tem de casar no dia seguinte!!!
Fora isso, o filme conta também com alguns ingredientes que são fundamentais para prender a atenção de quem está assistindo....uma gangue japonesa ou chinesa...qual a diferença???....um chinês pelado, uma striper “benevolente” gente boa, um bebê de olhos azuis....e o Mike Tyson..ehhh ele mesmo...o Cara... fazendo o papel dele mesmo, só que um Mike Tyson zen...será que convenceu??
E se não bastasse tudo isso...o filme é uma comédia (lógico), mas em determinados momentos a pessoa que assiste esquece desse detalhe, pois o sumiço do noivo ficou tão sério, mas tão sério mesmo que não ficarei surpreso (Ai promesses!!!) se alguém aqui disser que pensou que o Doug (o noivo) já havia “batido as botas”...mas aí quero que todos lembrem, quando esse momento chegar, que é um filme de comédia, acima de tudo....apesar de ter tiro e consequentemente, o baleado e hospital....eu mesmo...me fazia o tempo inteiro a pergunta....O que esses caras fizeram?????
Destaco o Zach Galifianakis que fez o cunhado gente boa o Allan...ele é o engraçado, o tresloucado, o biruta (há quanto tempo não leio ou escrevo isso!!!), se é o que posso dizer, pelo menos dos quatro personagens principais ele é o menos normal, além de tudo isso ainda é imitador do John Nash (cenas no cassino)....pois um é dentista (Stu) o outro é professor (Phil) e o noivo...bom...não lembro o que o noivo fazia...
Um dos pontos positivos do filme....ele não abusa de mulheres semi-nuas ou nuas e não usa situações humilhantes do ser humano para poder criar momentos “engraçados”....simplesmente é um filme que explora a situação do dia-a-dia e também daquilo que possa vir a acontecer com qualquer um e em qualquer lugar...afinal não é o cotidiano de ninguém aqui ir para Las Vegas de carro para participar de uma despedida de solteiro, porém é natural ver gente bebendo e fazendo coisas loucas e no dia seguinte dizer que não lembra de nada....é a desculpa que mais sai no Sorry show...
Phill é o professor..casado e com um filho, porém ele não esqueceu os tempos de solteiro e pelo que deu pra perceber...ele é o grande idealizador do “evento”...
Stu é um dentista, correto e “certinho”...vive oprimido pela namorada, que segundo ele é “violenta” e “transou com um Barman”...e com certeza para ele a despedida de solteiro do amigo será inesquecível....
Bom... Do noivo não vou falar muito, até por que ele passa a maior parte do filme sendo procurado, então...
Muita atenção em todas as partes com o bebê...tenho certeza que as meninas irão achar o guri uma gracinha....mas essa gracinha sofre bragarai...
A cena do terraço é fundamental para qualquer entendimento do filme, principalmente o discurso de Allan....que foi muito bem preparado pelo mesmo....
Na cena do casamento...a música que animou a festa depois do SIM, dos agora casados Doug e Tracy, com certeza será o hits de todos os casamentos daqui pra frente...
Ah...ia esquecendo...numa viajem...tenham sempre alguém como o Allan para ser seu co-piloto...afinal todas as orientações dele são seguras...
E lembrem-se...nunca façam uma aposta estando bêbados...aliás...nunca façam nada bêbados, afinal....vocês poderão estar muito encrencados no dia seguinte....
E assistam o filme até o fim, mas até o fim mesmo, pois é no fim que todas as perguntas, que são feitas durante o filme, serão respondidas...
Para esse filme eu não vou dar nota....afinal eu ri demais pra pensar nisso!!!
Se beber, não case (The Hangover)
Elenco: Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis, Heather Graham, Justin Bartha, Sasha Barrese, Rachael Harris.
Direção: Todd Phillips. Gênero: Comédia. Duração: 100 min. Distribuidora: Warner Bros. Estreia: 21 de Agosto de 2009
Curiosidades:
» É a maior bilheteria da história em comédias para maiores de 18 anos nos EUA, um sucesso de público.
» Lindsay Lohan recusou um papel de destaque na comédia 'Se Beber, Não Case', mas recusou por não gostar do roteiro. A personagem que atriz viveria seria de Jade, que acabou ficou com Heather Graham.
Ainda vale a pena ver...pois muita coisa eu não contei!!!!
para quem não viu o filme...


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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

EFEITO BORBOLETA 3

Acho que uma das funções do nosso blog, além de divulgar bons filmes, é também alertar aos “cinemeiros” sobre os péssimos. E eis aqui um bom exemplo disso: EFEITO BORBOLETA 3 – A REVELAÇÃO. E a primeira revelação quem faz sou eu: o filme é ruim pra cara...ca!! pensem num filme medíocre que você sai do cinema sem saber a razão dele existir e muito P da vida por ter gasto o seu dinheiro a toa. Pois é, esse é um filme assim.
Engraçado que o primeiro filme foi muito bom, mostrava um jeito novo de viajar no tempo e todas as conseqüências que qualquer alteração no passado poderia causar no futuro. Ashton Kutcher era o protagonista do filme e fazia o papel de um cara que tinha o “dom” de voltar no tempo toda vez que lia seu diário e sempre que ele queria arrumar alguma coisa errada, acabava piorando ainda mais, tudo por causa do famoso efeito borboleta que é um termo que se refere às condições iniciais dentro da
teoria do caos. Segundo a cultura popular, a teoria diz que, o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo. Sinistro né?
E foi em cima desse assunto que surgiu o primeiro filme, com um bom enredo e ótimos efeitos especias que fizeram do filme um sucesso e não precisava nem de continuação. Mas alguém da produtora After Dark Films achou que podia melhorar algo que já estava muito bom e acabou fazendo caquinha. Ashton Kutcher foi esperto e pulou logo fora de EFEITO BORBOLETA 2, que nem a presença da atriz ERICA DURANCE (A Lois Lane da série SMALLVILLE) salvou o filme. Pelas críticas negativas que li não tive nem vontade de ver o segundo, mais então surge o que seria a salvação da série, Efeito Borboleta 3!! Um filme tão bom quanto o primeiro, com a presença do ator Chris Carmack (de O.C. um estranho no paraíso) que seria o protagonista do filme. Sabendo disso resolvi ir conferir nos cinemas e saí de lá com aquela sensação de: PQP me enganaram!! No filme, um tal de SAM (Chirs Carmack) ganha dinheiro “viajando” no tempo para ajudar a polícia identificar alguns criminosos, a missão dele é essa: IDENTIFICAR e nunca INTERFERIR nos fatos passados. E dessa forma que ele vai vivendo tranquilamente com sua irmã JEENA, que é uma espécie de sua ajudante nas suas viagens temporais. Porem num belo dia aparece a irmã da namorada dele, que tinha sido assassinada 10 anos atrás, dizendo que precisava da sua ajuda pois tinha provas que o assassino da sua irmã ainda estava solto e que a pessoa que estava presa não era o verdadeiro assassino. A partir daí ele começa a viajar no tempo tentando impedir que sua amada seja morta, só que toda vez que ele interfere as coisas pioram cada vez mais!! inclusive o roteiro, a direção e a interpretação dos atores que vou te contar, é triste. Ainda tem umas cenas de mortes sem sentido que eu não entendi direito, pois já estava quase dormindo de tanto tédio.
Pois bem meus amigos, o filme é assim – um fiasco só (pelo menos em minha opinião), mas como há gosto pra tudo, acredito que ainda vai ter alguém que goste de DEFEITO...quer dizer, EFEITO BORBOLETA 3. Então você assiste se quiser, mesmo sabendo que a melhor parte do filme são os trailers hehehe... e fica meu conselho que ainda é preferível você economizar seu tempo e dinheiro, pois eu fiquei mordido por ter perdido o episódio de THE BIG BANG THEORY por causa dessa besteira! Deixo aqui o aviso e quem avisa amigo é né? Até a próxima. Câmbio e desligo.

domingo, 16 de agosto de 2009

Festival de Gramado 2009.

"Curumbiara" e "A teta assustada", foram os vencedores do Festival deste ano. O primeiro foi eleito o melhor filme Nacional e o segundo levou o prêmio máximo na mostra. A homenageada deste ano foi Xuxa....e..bom...lembro que eu postei alguma coisa sobre o Festival de Gramado há algumas semanas, elogiando muito até...e...Xuxa né??? pois é.. Vai aí então os vencedores deste ano...
LONGA NACIONAL
Melhor filme: “Corumbiara”, de Vincent Carelli
Melhor diretor: Vincent Carelli por “Corumbiara” e Paulo Nascimento por “Em teu nome”
Melhor ator: Leonardo Machado por “Em teu nome”
Melhor atriz: Vivianne Pasmanter, por “Quase um tango...”
Melhor roteiro: Sérgio Silva, por “Quase um tango...”
Melhor fotografia: Katia Coelho por “Corpos celestes”
Prêmio especial do júri: “Em teu nome”, de Paulo Nascimento
Melhor diretor de arte: Fabio Delduque, por “Canção de Baal”
Melhor trilha musical: Andre Trento e Renato Muller por “Em teu nome”
Prêmio da crítica: “Canção de Baal”, de Helena Ignez
Melhor filme, segundo o júri popular: “Corumbiara” de Vincent Carelli
Melhor filme, segundo o júri de estudantes de cinema: “Corumbiara” de Vincent Carelli
Melhor montagem: Mari Corrêa, por “Corumbiara”

LONGA ESTRANGEIRO

Melhor filme: “A teta assustada”, de Claudia Llosa
Melhor diretor: Claudia Llosa, por “A teta assustada”
Melhor ator: Horacio Camandule, por “Gigante” e Matías Maldonado, por “Nochebuena”
Melhor atriz: Magaly Solier de “A teta assustada"
Melhor roteiro: Adrián Biniez, por “Gigante”
Melhor fotografia: Guillermo Nieto, por “Lluvia”
Prêmio especial do júri: “La próxima estación” de Fernando Solanas
Prêmio da crítica: “Gigante”, de Adrian Biniez
Melhor filme, segundo o júri popular: “Lluvia” de Paula Hernández
Melhor filme, segundo o júri de estudantes de cinema: “A teta assustada” de Claudia Llosa

CURTAS

Melhor filme: “Teresa” de Paula Szutan e Renata Terra
Melhor diretor: Paula Szutan e Renata Terra, por “Teresa”
Melhor ator: Miguel Ramos, por “Teresa”
Melhor atriz: Juliana Carneiro da Cunha, por “O teu sorriso”
Melhor roteiro: Davi Pires e Diego Müller, por “Teresa”
Melhor fotografia: André Luiz de Luiz, por “Ernesto no país do futebol”
Prêmio especial do júri: “Olhos de ressaca” de Petra Costa
Melhor diretor de arte: Diogo Viegas, por “Josué e o pé de macaxeira”
Melhor trilha musical: Leonardo Mendes, por “Josué e o pé de macaxeira”
Melhor montagem: Gustavo Ribeiro, por “Teresa”

Prêmio da crítica: “O teu sorriso”, de Pedro Freire

Melhor filme, segundo o júri popular: “Josué e o pé de macaxeira” de Diogo Viegas
Melhor filme, segundo o júri de estudantes de cinema: “Olhos de Ressaca” de Petra Costa

É isso aí...ano que vem tem mais...

Xuxa....essa foi boa...!!!

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